Atualmente começa se a trabalhar mais tarde, a casar
se e ter filhos mais tarde, até mesmo morrer mais tarde. Isso reflete como um
problema real, e com consequências reais, para a carreira e para as famílias desses
jovens de 20 e poucos anos, comprometendo assim o futuro de todos.
Sabemos que o cérebro finaliza seu segundo e último
impulso de crescimento aos 20 anos quando ele se reprograma para a vida adulta,
e isto quer dizer que se há algo que queira mudar em você esta é a hora.
Sabemos que a personalidade se transforma mais durante os 20 anos do que em
qualquer outra época da vida, e que a fertilidade feminina atinge seu pico aos
28 anos, então os 20 anos é o momento de educar-se sobre seu corpo e suas opções.
Existe um período crítico nesse período de desenvolvimento da fase adulta, e
culturalmente temos banalizado qual é na verdade a década que define a fase adulta.
Por isso temos ouvindo por ai apelidos jocosos para os 20 poucos anos como “adolescente
permanente” , “criançadulto” ou adolescência estendida.
Por isso esses jovens precisam reivindicar seus 20
anos, correr atrás e esquecer a crise de identidade e adquirir algum capital de
identidade, adquirir algo que agregue valor a sua pessoa. É preciso fazer algo
que seja um investimento pessoal ao que quer ser no futuro. Então agora é a
hora daquele emprego do outro lado do país, aquele estágio.
Jamais poderá ser dito com um tapa na cabeça de um
jovem de 20 anos, que “você tem 10 anos a mais para começar a sua vida!”. Você
roubou a urgência e ambição dessa pessoa. Por isso que muito desses jovens dizem:
“eu sei que meu namorado/a não é bom/a para mim, mas esta relação não conta.
Estou só passando tempo” ou pior ainda dizem: “Desde que eu comece a minha
carreira lá pelos 30 anos, está tudo certo”.
Os
30 não são os novos 20, então reivindique sua vida adulta, pois tudo o que você
será no futuro depende das decisões tomada nessa década dos 20 aos 30 anos.
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