quinta-feira, 25 de julho de 2013

World Trade Center - O que não foi divulgado...



ÁS 08h46min da manhã de 11 de setembro de 2001 havia dezenas de milhares de pessoas nas proximidades do World Trade Center em Nova York, pessoas saindo dos trens, garçonetes arrumando mesas para o horário da manhã, corretores já falando aos telefones em wall street. Dentre essas pessoas, 1700 estavam grávidas. Quando aviões atacaram e as torres caíram, muitas dessas mulheres tiveram a experiência dos mesmos horrores impostos sobre outros sobreviventes do desastre. Caos e confusão devastadores, as nuvens rolantes de entulho e poeira potencialmente tóxica, o incontrolável temor por suas vidas. Cerca de um ano depois dos 11 de setembro, pesquisadores examinaram um grupo de mulheres que estavam grávidas quando expostas ao ataque do WTC. Nos bebês dessas mulheres que desenvolveram síndrome de estresse pós-traumático, ou TEPT, depois do acontecido, pesquisadores descobriram uma marca biológica de suscetividade ao TEPT. Um efeito que foi mais observado em crianças cujas mães passaram pela catástrofe no seu terceiro trimestre. Em outras palavras, as mães com síndrome de estresse pós-traumático passaram uma vulnerabilidade para a condição aos seus filhos, enquanto ainda estavam no útero.
Agora considerem isto: Síndrome de estresse pós-traumático parece ser uma reação ao estresse de maneira muito errada, causando em suas vítimas tremendo sofrimento desnecessário. Mas há outra maneira de pensar sobre TEPT o que parece ser patologia para nós, pode na verdade ser uma adaptação útil em algumas circunstancia. Em um ambiente particularmente perigoso as manifestações características da TEPT – uma super. Conscientização dos arredores, uma resposta rápida ao perigo poderia salvar a vida de alguém.  “A noção que a transmissão pré-natal de risco de TEPT é adaptativa é ainda especulativa, mas eu a considero bem certeira; Significaria que, antes mesmo do nascimento mães estão avisando seus filhos que é um mundo louco lá fora,” dizendo tenham cuidado”.
Quero ser bem clara a pesquisa das origens fetais não é para culpar mulheres pelo o que acontece durante a gravidez. E para descobrir como melhor promover a saúde e bem estar da próxima geração. Esse esforço importante deve incluir um foco sobre o que os fetos aprendem durante os nove meses que passam no útero. Aprender é uma das atividades mais essenciais da vida, e começa muito mais cedo do que imaginamos.




Palestra TED Annie Murphy Paul

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